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Detran-MT orienta sobre forma correta de usar películas em vidro de veículos

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As películas são utilizadas nos veículos por motivo de estética, privacidade, proteção ao calor ou mesmo segurança. Mas o Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) orienta a população para que faça o uso adequado e de acordo com a legislação federal.

Em 2021, cerca de 3 mil condutores foram autuados no Estado pelo uso irregular de película. Seguir os padrões estabelecidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) pode evitar acidentes de trânsito, pois um veículo com película muito escura, por exemplo, pode dificultar a visibilidade do condutor.

Conforme o diretor de Veículos do Detran-MT, Augusto Cordeiro, ao ser flagrado utilizando um dos tipos de película irregular ou a falta da chancela nos vidros, o condutor terá o veículo retido no local do flagrante para que remova a película imediatamente.

“É importante ressaltar que nos casos de películas com percentual acima do permitido, o motorista só poderá ser autuado caso o agente de trânsito realize o teste com equipamento oficial credenciado pelo Inmetro e homologado pela Secretaria Nacional de Trânsito. Sem esse equipamento, o condutor terá apenas que remover a película do veículo”, explicou o diretor.

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Já para as películas refletivas ou ausência de chancela, não é necessário nenhum tipo de aparelho de verificação para que seja efetuada a autuação. A chancela informa o índice de transmissão luminosa e deve ser visível pelos lados externos dos vidros.

A aplicação de películas acima do permitido, películas refletivas ou ausência de chancela são consideradas infrações graves, prevista no artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com penalidade de multa de R$ 195,23 e 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

Visibilidade

O grau de aplicação do acessório não pode oferecer riscos para a segurança no trânsito e deve estar em conformidade com o que prevê a resolução nº 254/2007 do Contran, que regulamenta a transmissão luminosa das películas de vidros em veículos.

Essa norma estabelece que a visibilidade não pode ser inferior a 75% para os para-brisas incolores e 70% para os para-brisas coloridos. Para as janelas das portas da frente, a luminosidade também é de 70%. Já para os demais vidros (janelas laterais traseiras e vidro traseiro), a transparência não pode estar abaixo de 28%.

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Vale ressaltar que as películas refletivas – aquelas que funcionam como um espelho do lado de fora – são irregulares e proibidas, conforme o art. 8° da resolução 254.

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Gari demitido após vídeo viralizar recebe oferta de emprego

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O coletor de lixo Vitor Celestino, de 30 anos, que foi demitido após viralizar nas redes sociais com um vídeo em que aparece fazendo brincadeira durante o horário de trabalho, está recebendo oferta de emprego e doações após repercussão do caso.

Ao UOL, Vitor, que é de Botucatu, interior de São Paulo, disse estar “esperançoso” para retomar ao mercado de trabalho. Ele contou que recebeu duas propostas de trabalho, uma que ainda está em andamento e outra que não deu certo por não ter habilitação para dirigir carro.

Segundo o ex-coletor, desde que a história começou a viralizar nas redes sociais, ele não para de receber ligações e mensagens em solidariedade à sua situação.

Além das ofertas de emprego, ele também está recebendo ajuda com as despesas. Vitor relata que um empresário entrou em contato e doou uma quantia em dinheiro, além de uma bíblia e um quarto temático do Ayrton Senna.

O ex-coletor tem 5 filhos, o mais novo é um bebê de 4 meses de idade, e por conta disso, sua mulher está afastada do trabalho como zeladora, em licença maternidade.

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O caso

Vitor viralizou após aparecer em um vídeo na plataforma Tik Tok brincando durante o horário de trabalho. Na cena, Vitor aparece segurando um cano de papelão simulando estar fazendo uma escolta armada do caminhão de lixo, enquanto outros colegas recolhem os sacos.

Com a repercussão, no último dia 22 de abril, ele foi demitido da empresa Grupo Corpus, que é contratada pela prefeitura para fazer o serviço de coleta. Vitor trabalhava há pouco mais de 10 meses na empresa.

Fonte: Atual Mt

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