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MT registra 21 mortes por Covid por dia em setembro

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Mato Grosso registrou, em média, 21 mortes por Covid-19 e 1.036 casos da doença por dia em setembro, segundo os dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Segundo os dados, foram registrados 642 mortes no mês passado e 31 mil novos casos. Até esta quinta-feira (1), mais de 125 mil casos de Covid-19 foram registrados pela SES. Foram 3.479 óbitos em decorrência da doença.

Do total,15.278 estão em isolamento domiciliar e 105.557 estão recuperados.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (24.317), Várzea Grande (9.138), Rondonópolis (9.151), Lucas do Rio Verde (5.500), Sorriso (5.470), Sinop (5.418), Tangará da Serra (5.038), Primavera do Leste (4.140), Cáceres (2.969) e Campo Novo do Parecis (2.734).

fonte:g1 mt

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Covid-19: Anvisa autoriza importação de matéria-prima para vacina

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou hoje (28) a importação, em caráter excepcional, da vacina CoronaVac na forma de produto intermediário, ou seja, não envasado. O insumo é fabricado pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Por meio de nota, a agência informou que a solicitação de importação da matéria-prima para fabricação da vacina foi feita pelo próprio Butantan. A CoronaVac ainda não tem registro no Brasil. “Os estudos ainda estão em andamento e não existe previsão de data para a vacinação”, ressaltou a Anvisa.

Testes clínicos

A CoronaVac está na terceira fase de testes clínicos. Como a Anvisa já havia aprovado a ampliação do estudo para 13 mil voluntários, o governo paulista decidiu ampliar o número de centros de pesquisa. Na fase atual, metade dos participantes recebe a vacina e a outra metade, placebo.

Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil.

Eficácia

Para comprovar a eficácia da vacina, é preciso que pelo menos 61 participantes do estudo, que tomaram placebo, sejam contaminados pelo vírus. A partir dessa amostragem, é feita então uma comparação com o total dos que receberam a vacina e, eventualmente, também tiveram diagnóstico positivo da covid-19.

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Se o imunizante atingir os índices necessários de eficácia e segurança, será submetido a uma avaliação da Anvisa para registro e só então a vacina estaria liberada para aplicação na população.

Fonte: EBC Saúde
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