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Sete meses após 1º caso, MT perdeu mais de 3.700 mil pessoas para a Covid-19

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Já são mais de 200 dias que Mato Grosso vive a pandemia da Covid-19. São mais de 136 mil casos.

A pandemia do novo coronavírus completa hoje sete meses e deixa uma marca difícil de esquecer: são mais de 3.700 mortos em Mato Grosso.

Mesmo depois de todo esse tempo em que vivemos uma rotina de medo, perdas, sofrimento em busca de assistência médica e muitas incertezas, o perigo ainda existe.

Para evitar o risco da segunda onda da Covid-19, é importante manter as medidas de prevenção.

Já são mais de 200 dias que Mato Grosso vive a pandemia da Covid-19. São mais de 136 mil casos.

Durante a maior crise sanitária do estado milhares foram os recuperados e que venceram a doença, mas que ainda sentem sequelas causados pelo novo coronavírus.

Enquanto ainda não há uma vacina contra o coronavírus, as medidas de prevenção continuam sendo o melhor remédio: higienização da mãos, uso de máscara e o distanciamento social são as principais recomendações dos especialistas e da ciência para evitar a contaminação e o avanço da Covid-19 no estado.

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Mesmo com as orientações e alertas feitos pelas autoridades sanitárias, a saúde no estado entrou em colapso no final de julho e começo de agosto. Hospitais cheios, UTIs super lotadas e desrespeito com o próximo com as festas clandestinas, aglomerações de pessoas e o descumprimentos dos decretos municipais e estadual.

Com a estabilização no número de casos, as prefeituras começaram a sair da quarentena aos poucos autorizando a retomada das atividades comerciais.

fonte: g1 mt

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Covid-19: Anvisa autoriza importação de matéria-prima para vacina

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou hoje (28) a importação, em caráter excepcional, da vacina CoronaVac na forma de produto intermediário, ou seja, não envasado. O insumo é fabricado pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Por meio de nota, a agência informou que a solicitação de importação da matéria-prima para fabricação da vacina foi feita pelo próprio Butantan. A CoronaVac ainda não tem registro no Brasil. “Os estudos ainda estão em andamento e não existe previsão de data para a vacinação”, ressaltou a Anvisa.

Testes clínicos

A CoronaVac está na terceira fase de testes clínicos. Como a Anvisa já havia aprovado a ampliação do estudo para 13 mil voluntários, o governo paulista decidiu ampliar o número de centros de pesquisa. Na fase atual, metade dos participantes recebe a vacina e a outra metade, placebo.

Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil.

Eficácia

Para comprovar a eficácia da vacina, é preciso que pelo menos 61 participantes do estudo, que tomaram placebo, sejam contaminados pelo vírus. A partir dessa amostragem, é feita então uma comparação com o total dos que receberam a vacina e, eventualmente, também tiveram diagnóstico positivo da covid-19.

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Se o imunizante atingir os índices necessários de eficácia e segurança, será submetido a uma avaliação da Anvisa para registro e só então a vacina estaria liberada para aplicação na população.

Fonte: EBC Saúde
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