ECONOMIA

“O PIB pode aumentar se MT explorar o seu capital ambiental”

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Investir em ciência e tecnologia, descobrir novos talentos e melhorar a complexidade da economia do Estado são algumas das metas do secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Maurício Munhoz.

 

Segundo ele, Mato Grosso já é exemplo no uso de tecnologia na produção agrícola, que é a nossa matriz econômica, mas precisa dar verdadeiros saltos nas áreas social e ambiental para que isso retorne em forma de investimento e desenvolvimento do Estado.

 

“Mato Grosso está precisando dar alguns saltos na escada tecnológica em diversos setores da nossa matriz econômica, social e ambiental, para aumentar o nosso potencial. E Mato Grosso pode aumentar muito seu PIB através da exploração do seu capital ambiental”, afirmou.

 

Os investimentos, explicou ele, ocorrem tanto por meio da academia, com bolsas de incentivo à ideias inovadoras nas escolas técnicas estaduais e nas universidades públicas, quanto através da implantação do Parque Tecnológico do Estado, que está sendo construído em Várzea Grande e deve ser concluído até 2023.

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Em entrevista ao MidiaNews, Munhoz apontou como apostar em ciência, tecnologia e inovação pode trazer retorno para a sociedade, melhorando a economia do Estado e a vida da população.

 

“O capitalismo avança conforme avança a tecnologia. Um país ou estado rico é aquele que tem uma economia complexa. Se a gente contribui para aumentar essa complexidade, vamos aumentar a qualidade de vida do mato-grossense, atrair mais renda”, disse.

Fonte: Mídia News

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ECONOMIA

Sema emite licença para primeiro trecho de ferrovia estadual

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) emitiu, nesta segunda-feira (13), a primeira licença de instalação (LI) para 8,67 km da primeira ferrovia estadual de Mato Grosso. O trecho fica localizado no município de Rondonópolis (220 km de Cuiabá).

 

Esta licença permite que a Rumo S/A comece a construção dos primeiros trilhos da ferrovia ainda neste ano, nas proximidades do Parque Industrial Intermodal de Rondonópolis, além da logística e preparação de canteiros de obras, contratação de mão de obra, e transporte de materiais para o local.

 

As licenças de instalação serão emitidas por trecho. Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) foram entregues pela empresa para a análise da Sema, que considerou medidas de monitoramento, controle e mitigação de impactos.

 

Para a liberação houve a análise técnica do setor de licenciamento e vistorias presenciais de equipes ao local.

A licença prévia do empreendimento já foi referendada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) em março deste ano, após audiência e consulta pública à sociedade. Nas próximas etapas, o restante do traçado deve passar pelo licenciamento da instalação, e por último, licenciamento para operação.

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O projeto completo da Ferrovia de Integração Estadual prevê um corredor logístico de 740 km que ligará os municípios de Rondonópolis, Lucas do Rio Verde e Cuiabá. A construção da ferrovia conecta Mato Grosso à malha ferroviária nacional, em direção ao Porto de Santos (SP). O investimento previsto é de R$ 12 bilhões.

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