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Covid mata 164 em 10 dias em MT

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Mato Grosso já registrou 164 mortes em decorrência da Covid-19 nos primeiros dez dias de 2021, que representa um aumento de 80% em relação ao número de mortes registradas nos primeiros dez dias de dezembro do ano passado. A taxa de ocupação de leitos também aumentou e chegou, nesse domingo (10) a 58%.

De acordo com os dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES), o estado registrou 91 mortes por coronavírus nos primeiros dez dias de dezembro. O número de casos notificados também aumentou. Foram 6.472 casos do dia 1° ao dia 10 de dezembro, contra 8.908 casos do dia 1º ao dia 10 de janeiro deste ano.

Os primeiros dias de 2020 já registraram uma média de 16 mortes diárias pela doença. Outro índice que teve um aumento considerável foi a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no estado.

Até o dia 10 de dezembro, a taxa estava em 37%. Em novembro, ela havia chegado a 34%. No entanto, em um mês, a ocupação das UTIs subiu e chegou a 58% no último domingo (10).

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Dados estaduais

Mato Grosso já registrou 4.684 mortes em decorrência da Covid-19 e mais de 189 mil casos da doença, até esse domingo (10). Em Cuiabá, já foram 1.225 mortes e 42,5 mil pessoas infectadas pelo coronavírus.

Há 872 pessoas internadas com a doença no estado, atualmente.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 236 internações em UTIs públicas e 267 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 58,56% para UTIs adulto e em 30% para enfermarias adulto.

À espera da vacina

O governo de Mato Grosso está fazendo uma licitação para comprar 11 milhões de seringas para serem usados em campanhas de imunizações no estado e contra o coronavírus (Covid-19).

Em dezembro de 2020, o governo de Mato Grosso formalizou a intenção de adquirir 500 mil doses da vacina Coronovac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa Sinovac.

O médico poconeano Wagner Vaz recebeu a primeira dose da vacina há 20 dias nos EUA — Foto: Arquivo pessoal

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O médico poconeano Wagner Vaz recebeu a primeira dose da vacina há 20 dias nos EUA — Foto: Arquivo pessoal

Alguns brasileiros que moram no exterior já estão sendo vacinados, como é o caso do médico mato-grossense Wagner Vaz Guimarães, de 43 anos, que já recebeu as duas doses da vacina Pfizer, contra a Covid-19. Ele é de Poconé (MT) e mora no Texas, nos Estados Unidos, há quatro anos no Texas.

Wagner trabalha na linha de frente de combate ao coronavírus e faz parte do grupo que tem prioridade para tomar a vacina.

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Próximo governador nomeará 9 desembargadores no TJ de MT

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Enquanto no Congresso Nacional se inicia a possibilidade trazer de volta à tona, a discussão da chamada “PEC da Bengala”, com o aumento da idade máxima para magistrados se aposentarem, ou até a sua revogação, em Mato Grosso a aposentadoria compulsória por idade de desembargadores do Tribunal de Justiça (TJ) só ocorrerá em 2024.

Atualmente, o magistrado que completa 75 anos é obrigado a se aposentar da carreira. Em Brasília, uma ala do Congresso, defende a revogação desse Emenda Constitucional, para que a aposentadoria ocorra aos 70 anos. Já outra ala, defende o aumento da idade máxima dos magistrados se aposentarem, para 80 anos, sendo apelidada de “PEC do Fraldão”.

Caso o atual critério seja mantido, no TJ mato-grossense, os desembargadores Paulo da Cunha, Pedro Sakamoto e Rondon Bassil Dower Filho, completarão a idade em 2024, abrindo assim 3 vagas para que novos magistrados sejam empossados na Corte estadual. Já em 2025, serão as vezes de Guiomar Teodoro Borges, Luiz Ferreira da Silva, Maria Aparecida Ribeiro e Sebastião Moraes Filho. Um ano depois, Juvenal Pereira da Silva e Maria Erotides Kneip, terão que deixar a toga.

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Se a conta for levada ao ‘pé da letra’, o próximo governador de Mato Grosso pode nomar até 9 desembargadores durante o mandato. Já os últimos a se aposentarem por esse critério, serão, Marcos Machado, que é o desembargador mais jovem com 51 anos, Marilsen Andrade, 58, Helena Maria Bezerra, 59, e Gilberto Giraldelli, João Ferreira Filho, Mário Kono e Serly Marcondes Alves, todo com 60 anos.

A PEC da Bengala foi promulgada em maio de 2015 durante o 2º mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), após 10 anos de tramitação no Legislativo.  Atualmente, parlamentares bolsonaristas estudam a revogação da PEC para que ministros do STF se aposentem compulsoriamente e, assim, presidente Jair Bolsonaro poderá indicar novos ministros.

O grupo também defende uma proposta para que ministros da Corte Suprema tenham mandato de 10 anos apenas, e não vitalício como sempre foi.

Fonte:Folhamax

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