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No Instagram, Mauro revela que BRT de Cuiabá será com veículos elétricos

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Modelo esmelhante já é usado nas cidades de Bogotá e Santiago

O governador Mauro Mendes (DEM) utilizou sua conta pessoal no Instagram para fazer uma postagem institucional sobre as vantagens do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), que deve ser implantado em Cuiabá e Várzea Grande nos próximos anos. Desde que anunciou a substituição do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para o BRT, o chefe do Executivo não tem poupado esforços para convencer a população de que essa foi a melhor decisão.

No vídeo, Mendes utilizou imagens reais do mesmo modelo que deve ser implantado na capital e ainda prometeu que a troca do modal será uma nova fase para mobilidade urbana do Estado.  “Mato Grosso inaugura uma nova fase da mobilidade urbana no Brasil. Somos o primeiro estado do país a adotar a evolução do BRT. Carros movidos 100% por baterias elétricas, uma nova tecnologia no mundo, que elimina completamente o uso de combustíveis poluentes”, escreveu o governador.

Segundo o comandante do Palácio Paiaguás, o modal já está em uso em duas modernas capitais da América Latina: Bogotá (Colômbia) e Santiago (Chile), cidades reconhecidas no quesito urbanização. “A evolução do BRT traz muitas vantagens para Mato Grosso. Além de ser mais rápido e mais barato para concluir a obra, para o usuário tem ainda a tarifa mais barata”, complementou.

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Parado desde dezembro de 2014, o projeto do Veículo Leve sobre Trilhos seria composto por duas linhas (Aeroporto-CPA e Coxipó-Porto), com total de 22 km de trilhos e terá 40 composições, com 280 vagões. Cada composição tem capacidade para transportar até 400 passageiros, sendo 72 sentados.

No entanto, nos últimos dias de dezembro, o governador anunciou que substituiria o VLT para o Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), pelo valor de R$ 430 milhões. Ao anunciar a desistência do VLT, que consumiu mais de R$ 1 bilhão, o Governo de Mato Grosso garantiu que a decisão foi embasada em estudos e relatórios técnicos.

Na ocasião, o governador Mauro Mendes também anunciou uma ação na Justiça pedindo ressarcimento e indenização, no valor total de R$ 830 milhões, contra o Consórcio VLT e as cinco empresas que o compõem: CR Almeida, CAF Brasil, Santa Bárbara Construções, Magna Engenharia e Astep Engenharia.

No dia 25 de dezembro, em pleno Natal, o juiz plantonista Bruno D’Oliveira Marques concedeu liminar ao Estado que o Consórcio VLT Cuiabá pague, a título de caução, R$ 683,282 milhões e que num prazo de 15 dias, depois de ser notificado, faça a remoção dos vagões, trilhos e sistemas do modal que já estavam em Cuiabá e Várzea Grande.

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Ele determinou que estes materiais sejam vendidos num prazo de até 180 dias.

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Próximo governador nomeará 9 desembargadores no TJ de MT

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Enquanto no Congresso Nacional se inicia a possibilidade trazer de volta à tona, a discussão da chamada “PEC da Bengala”, com o aumento da idade máxima para magistrados se aposentarem, ou até a sua revogação, em Mato Grosso a aposentadoria compulsória por idade de desembargadores do Tribunal de Justiça (TJ) só ocorrerá em 2024.

Atualmente, o magistrado que completa 75 anos é obrigado a se aposentar da carreira. Em Brasília, uma ala do Congresso, defende a revogação desse Emenda Constitucional, para que a aposentadoria ocorra aos 70 anos. Já outra ala, defende o aumento da idade máxima dos magistrados se aposentarem, para 80 anos, sendo apelidada de “PEC do Fraldão”.

Caso o atual critério seja mantido, no TJ mato-grossense, os desembargadores Paulo da Cunha, Pedro Sakamoto e Rondon Bassil Dower Filho, completarão a idade em 2024, abrindo assim 3 vagas para que novos magistrados sejam empossados na Corte estadual. Já em 2025, serão as vezes de Guiomar Teodoro Borges, Luiz Ferreira da Silva, Maria Aparecida Ribeiro e Sebastião Moraes Filho. Um ano depois, Juvenal Pereira da Silva e Maria Erotides Kneip, terão que deixar a toga.

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Se a conta for levada ao ‘pé da letra’, o próximo governador de Mato Grosso pode nomar até 9 desembargadores durante o mandato. Já os últimos a se aposentarem por esse critério, serão, Marcos Machado, que é o desembargador mais jovem com 51 anos, Marilsen Andrade, 58, Helena Maria Bezerra, 59, e Gilberto Giraldelli, João Ferreira Filho, Mário Kono e Serly Marcondes Alves, todo com 60 anos.

A PEC da Bengala foi promulgada em maio de 2015 durante o 2º mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), após 10 anos de tramitação no Legislativo.  Atualmente, parlamentares bolsonaristas estudam a revogação da PEC para que ministros do STF se aposentem compulsoriamente e, assim, presidente Jair Bolsonaro poderá indicar novos ministros.

O grupo também defende uma proposta para que ministros da Corte Suprema tenham mandato de 10 anos apenas, e não vitalício como sempre foi.

Fonte:Folhamax

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