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À frente dos carros, máquinas agrícolas já estão próximas da autonomia completa

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Tratores e colheitadeiras que dispensam motorista já são possíveis e devem chegar ao mercado antes dos carros autônomos. Porém, legislação e conectividade são os desafios para a implementação das “máquinas do futuro”.

Um veículo sem motorista, que siga uma rota pré-determinada e que tome decisões com o máximo de precisão, e, o mais importante: sem correr riscos ou exceder a velocidade. A descrição poderia muito bem ser para o carro do futuro, mas essa tecnologia está mais próxima do campo.

Fabricantes e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) afirmam que as máquinas agrícolas já têm tecnologia suficiente para não precisar de nenhum operador dentro do veículo.

os especialistas dizem que o equipamento que já está à disposição do produtor rural tem mais tecnologia do que um carro moderno da cidade grande.

E alguns fatores explicam isso:

  • Bom momento do agronegócio, único setor da economia a crescer
  • Busca por tecnologias que ofereçam aumento de produtividade;
  • Ambiente controlado da fazenda, que ajuda a desenvolver novas ferramentas.

“O carro de hoje é muito parecido com o de 15 anos atrás. Já a máquina agrícola, não. Eu vim da indústria automotiva, e o que eu vi é que o mercado agrícola é mais receptor de novas tecnologias”, explica Silvio Campos, diretor de marketing da Case IH.

“Se o produtor entender que faz sentido, ele compra”, acrescenta Silvio.

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fonte: Rikardy Tooge, G1
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Banco Mundial fará estudos para concessão de corredor ferroviário entre Lucas do Rio Verde e Ilhéus

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Um acordo de parceria fechado entre o Ministério da Infraestrutura e o Banco Mundial (Bird) vai permitir estruturar o projeto do corredor ferroviário Leste-Oeste, ligando Lucas do Rio Verde a Ilhéus (BA), para futura concessão à iniciativa privada. Pelo documento, os estudos de viabilidade serão feitos pelo Banco Mundial e vão abranger a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) e os trechos 2 e 3 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), totalizando 1,9 mil quilômetros.
O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e a diretora do Banco Mundial para o Brasil, Paloma Anós Casero, destacaram a importância da parceria para o País. “Esse projeto representa uma transformação. A ideia é termos um grande corredor ferroviário Leste-Oeste, integrado ao sistema Norte-Sul”, disse o ministro. “Esse futuro corredor tem muito potencial tanto do ponto de vista econômico como climático”, afirmou a diretora do Bird.
O trecho 1 da FIOL, entre Caetité (BA) e Ilhéus (BA), vai a leilão no próximo dia 8 de abril. Já o trecho 2 da ferrovia, entre Caetité e Barreiras (BA), está em obras pela Valec, com previsão de conclusão em 2022. O trecho 3 da FIOL, que vai ligar Barreiras a Figueirópolis (TO) ou Mara Rosa (GO), ainda precisa de financiamento para sair do papel.
Já a FICO, entre Mara Rosa e Água Boa, já em Mato Grosso, será construída pela Vale como contrapartida da renovação antecipada da Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM). O projeto do trecho 2 da FICO está sendo elaborado, prevendo ligação entre Água Boa e Lucas do Rio Verde.
Os termos de referência para os estudos de viabilidade técnica, econômico-financeira, ambiental e jurídica (EVTEA) estão sendo tratados entre a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), vinculada ao MInfra, e a Corporação Financeira Internacional (IFC), braço do Banco Mundial. Segundo divulgado pelo Ministério da Infraestrutura, o “projeto será orientado por diretrizes socioambientais de forma a garantir não apenas uma boa modelagem para a futura concessão, mas também para atrair investidores que priorizem empreendimentos sustentáveis”.
Fonte: Só Notícias
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