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Elize Matsunaga escreve livro para contar à filha como matou o marido

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Dez anos após matar e esquartejar o marido, Elize Matsunaga planeja publicar o livro autobiográfico “Piquenique no Inferno”, que escreveu à mão na prisão, para pedir perdão à filha do casal, que está impedida de ver desde 2012. Ela quer contar à garota que assassinou Marcos Matsunaga sozinha, para se proteger das ofensas e agressões cometidas por ele.

A expectativa dela é de que a menina, atualmente com 11 anos, possa ler a obra um dia, quando estiver adulta, e conhecer a versão da mãe para o que aconteceu: Desde sua origem humilde até os relatos de ter sido vítima de violência sexual na adolescência e doméstica quando se casou. Por decisão da Justiça, a guarda da filha está com os avós paternos, que proíbem o contato da criança com a mãe.

O crime foi cometido em 19 de maio de 2012 no apartamento do casal, na Zona Oeste de São Paulo, e teve repercussão na imprensa por envolver uma bacharel de direito casada com um empresário herdeiro da indústrias de alimentos Yoki. Ele tinha 42 anos à época; ela, 30.

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Bêbado, jovem compra cavalo em leilão e só descobre no outro dia: ‘Não sei cuidar do cachorro, imagina de cavalo’

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O que era pra ser um momento de descontração com os amigos, virou dor de cabeça para o jovem Diogo Machado, de 24 anos, que no sábado (4) comprou por impulso, em um leilão on-line, um cavalo. A decisão precipitada deixou o rapaz, de Dourados (MS), em desespero ao se dar conta de que não tinha onde colocar o animal nem sabia como cuidardele.

Após uma vaquinha solidária, Diogo conseguiu pagar o leilão e vender o animal: “Só fiquei tranquilo quando o cavalo foi vendido, minha mãe queria me matar. Muitas pessoas me ajudaram”.

Diogo relatou que estava em casa quando amigos colocaram-no em um grupo de leilão. Ele disse só se deu conta no momento em já havia coberto todas as ofertas do certame para comprar um cavalo.

“Estava participando do leilão on-line e lembro que uma pessoa deu o lance de R$ 100 em um cavalo, achei muito barato e fui dando mais lances.”

Diogo disse que, no momento da compra, “não estava tão sóbrio” e que, em seguida, saiu com alguns amigos para beber e se divertir. “Quando notei, tinha comprado um cavalo. Não sei cuidar de cachorro, como vou dar conta de cuidar de um cavalo?”

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Cobranças no dia seguinte

Na manhã seguinte ao leilão, o jovem acordou com mensagens de pessoas perguntando quando iria buscar o animal e quanto iria pagar por ele.

“Acordei com mensagens cobrando o valor do leilão, fiquei em choque, e minha mãe queria me matar, não lembrava de muita coisa”, disse.

Dias antes da compra, Diogo havia comentado com a mãe que queria um cachorro da raça Golden Retriever. “Ela falou que não tinha como porque em casa não tinha espaço, aí fui lá e comprei um cavalo”, afirmou.

Diogo relatou que desconhecia os trâmites necessários para a compra do animal: “O cavalo está em Novo Horizonte do Sul. Achei que era só colocar dentro da carretinha e ir embora, mas precisa de documento e o transporte era mais caro que o cavalo”.

Fonte: Atual Mt

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