POLÍTICA

CAMPOS FAZ APELO ESPIRITUAL A EMANUEL PINHEIRO E MAURO MENDES

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Ex-governador Júlio Campos fez um apelo espiritual e astral para que o prefeito Emanuel Pinheiro(MDB) e o governador Mauro Mendes (DEM) entrem em consenso em relação aos assuntos que afetam diretamente a vida da população. O pedido foi feito na manhã desta segunda-feira (12), data que os dois gestores, e inimigos políticos, fazem aniversário. “Eu sou crente e peço que baixe o Divino Espírito Santo no dia de hoje e que acalme os gênios deles. Só assim poderemos ter um bom entendimento entre o governo estadual e o municipal de Cuiabá”, disse em entrevista à rádio CBN Cuiabá.

Meio a irônica coincidência, Mauro e Emanuel travam a maior briga política do cenário mato-grossense, desde 2018. A relação entre o democrata e o emedebista já rendeu xingamentos e troca de acusações através da imprensa.

No ano passado, Mendes chegou afirmar que conversaria com todos os eleitos para discutir melhorias para os 141 municípios de Mato Grosso. No entanto, a divergência entre os governantes voltou a se itensificar durante a pandemia no Estado, quando Mauro Mendes determinou medidas mais restritivas no combate ao novo coronavírus.

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Sem um consenso em vários assuntos, Campos afirma que a relação contubarda afeta negativamente a administração pública. “Temos que cuidar do problema da pandemia porque quem sofre com tudo isso é a povo”, ponderou o ex-senador.

Ao final, Júlio também afirmou que não faz sentido o fato da briga estar relacionada a uma possível disputa eleitoral entre os dois gestores em 2022. Isso porque, o emedebista afirma ter recuado da ideia de se lançar candidato ao Palácio Paiaguás.

Já Mauro Mendes ainda sequer confirmou se deve buscar a reeleição. “Nenhum dos dois declarou que é candidato. Eu sou do partido e corriligionário no Mauro Mendes e até hoje ele não confirmou ao nosso partido o desejo de ser candidato à reeleição. O prefeito Emanuel Pinheiro também já disse que vai cumprir seu mandato de prefeito. Horas, se ele não vai ser candidato e o próprio Mauro até gora também não, pra que esse atrito?”, finalizou.

Fonte: Gazeta Digital

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POLÍTICA

CONDENADO NA SODOMA II

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Juíza manda reduzir 2 anos da pena de delator de esquema em MT
A juíza Ana Cristina Mendes, da 7ª Vara Criminal de Cuiaba, determinou a redução de dois anos da sentença do ex-secretário de Estado de Administração (SAD), Pedro Elias Domingos de Mello, delator condenado na ação penal derivada da Operação Sodoma II.
Pedro Elias foi condenado a 15 anos, três meses e dois dias de reclusão por participação no esquema de cobrança de propina e lavagem de dinheiro. Com a correção, a pena dele passou a ser de 13 anos, três meses e dois dias de reclusão.
Nos dois casos, a sentença é acrescida de oito meses de detenção e multa e deve ser cumprida em regime penal diferenciado conforme o termo de colaboração premiada firmado pelo ex-secretário.
A correção foi feita atendendo a um pedido da defesa, que ingressou com embargos declaratórios apontando omissão e contradição na aplicação da pena, uma vez que Pedro ELias foi colaborador premiado na operação.
“Aduz que o colaborador faz jus ao perdão judicial pleiteando, caso isso não ocorra, diminuição ao máximo de sua reprimenda em razão de seu papel principal na investigação e responsabilização dos demais integrantes da organização criminosa”, afirmou a defesa.
O Ministério Público Estadual se manifestou contrário ao pedido da defesa, mas a magistrada admitiu que realmente houve contradição na sentença determinada ao delator.
Desta forma, conheço os embargos declaratórios e, no mérito, os acolho, motivo pelo qual procedo a retificação do erro relacionado ao somatório da pena imposta
“Percebe-se, desta forma, contradição no quantum da pena imposta vez que o somatório, após a concessão do benefício premial, totalizou 13 (treze) anos, 3 (três) meses e 2 (dois) dias de reclusão e não 15 (quinze) anos, 03 (três) meses e 2 (dois) dias de reclusão como ficou expresso na sentença”, afirmou.
“Desta forma, conheço os embargos declaratórios e, no mérito, os acolho, motivo pelo qual procedo a retificação do erro relacionado ao somatório da pena imposta”, completou.
Operação Sodoma II
A segunda fase da Operação Sodoma foi deflagrada em março de 2016 pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz).
Segundo a denúncia do MPE, a organização criminosa liderada pelo ex-governador Silval Barbosa cobrava propina de empresários que mantinham contratos com o Executivo estadual e praticou a lavagem de dinheiro na compra de um terreno na Avenida Beira Rio, avaliado à época em R$ 13,5 milhões.
Além de Pedro Elias e do ex-governador, foram condenados nessa fase da Sodoma o filho de SIlval, Rodrigo Barbosa; os ex-secretários de Estado Pedro Nadaf, César Zilio e o ex-adjunto de Administração José de Jesus Nunes Cordeiro; o ex-chefe de gabinete e “braço direito” do ex-governador, Sílvio César Corrêa; o ex-prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães; o ex-deputado estadual José Geraldo Riva; e o procurador do Estado aposentado, Francisco Lima.
O esquema também resultou na condenação dos empresários Tiago Vieira de Souza Dorileo, Fábio Drumond Formiga, Antônio Roni de Liz e Evandro Gustavo Pontes da Silva, além do fiscal de um dos contratos em que houve pagamento de propina, Bruno Saldanha.
Fonte: Midia News/Lislaine dos Anjos
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