POLÍTICA

Davi Oliveira alcança 2º lugar em pesquisa de intenção de votos

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Divulgada pelo jornal Diário da Serra nesta quarta-feira (15), a pesquisa revelou as intenções de votos dos eleitores de Tangará da Serra para Deputado Estadual, Deputado Fed

eral, Governador ePresidente da República. Segundo os dados apresentado, o atual vereador e pré-candidato a Deputado Estadual Davi Oliveira foi escolhido por 10.74% dos
eleitores, ocupando assim o 2º lugar e ficando atrás apenas de Dr. João. Oliveira que segue sendo uma grande aposta dos eleitores não só de Tangará, mas também da região, expressou otimismo e gratidão ao ver a colocação conquistada. “É uma satisfação muito grande ver o resultado da dedicação que tenho tido em meu trabalho em prol da sociedade sendo apontado como escolhido em meio a tantos nomes. Meu maior objetivo é continuar fazendo a diferença onde quer que eu ande, na vida do máximo de pessoas que eu puder. Só posso agradecer a confiança mais uma vez depositada no meu trabalho e dizer que situações como essa me deixam imensamente feliz pela escolha do caminho até aqui percorrido.” Ressaltou Davi. Como uma margem de erro de 4.86% a pesquisa está registrada no TRE-MT sob o Número 05863/2022 tendo sido realizada entre os dias
09 e 12 de junho. Os dados completos podem ser conferidos no link do site: http://www.diariodaserra.com.br/Noticia/Detalhes/MTk3NTU5/PESQUISA-DS-%E2%80%93-Dr-Joao-e-Wagner-Ramos-tem-larga-vantagem-sobre-os-demais-candidatos-tangaraenses

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Fonte: Assessoria de Comunicação

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POLÍTICA

Mauro critica lei penal brasileira no combate ao crime organizado no estado

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Segundo o governador, muitos policiais reclamam que prendem os criminosos e uma hora depois ele já é solto em audiência de custódia

Ao comentar o aumento da onda de crimes violentos ocorridos no estado de Mato Grosso, com destaque para os municípios de Sorriso (418 km de Cuiabá) e Cáceres (212 km de Cuiabá), o governador Mauro Mendes criticou a legislação penal brasileira que, de acordo com ele, dificulta o trabalho da polícia e relaxa as penas concedidas aos criminosos. A declaração foi dada na manhã dessa sexta-feira (12) durante a rodada de entrevistas dos candidatos ao governo do estado.

De acordo com Mauro, embora o Governo Estadual esteja investindo na Polícia Militar e na Polícia Civil, os criminosos são beneficiados pela lei brasileira. O governador ainda cita como exemplo a nova ala de segurança máxima construída no Presídio Central do Estado (PCE), onde os diretores do presídio ficam impossibilitados de colocar os detentos em solitárias.

“Vivo ouvindo os policiais reclamarem que eles prendem os bandidos, estão na delegacia fazendo o boletim de ocorrência enquanto, uma hora depois, o bandido sai da cadeia por causa da audiência de custódia. (…) Construímos uma prisão de segurança máxima com celas individuais, para líder faccionado, mas a lei nos engessa. Você coloca ele lá, vem o advogado e representa o diretor da cadeia e quer processar ele porque tá colocando o cara na solitária”, disse o governador.

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Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), somente em Cáceres, o aumento do número de assassinatos foi de 333% entre os meses de janeiro a junho deste ano. Diante do aumento de casos, o secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, reconheceu que a região passava por uma ‘onda de violência’.

Os deputados estaduais Delegado Claudinei (PL) e João Batista (PP), representantes da segurança pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, vem criticando a atuação tanto do Governo Federal como do Governo Estadual nas cidades de fronteira do estado.

Para Mauro, caso não haja uma mudança rigorosa na lei penal, não há como o estado e os municípios combaterem com firmeza a criminalidade. Ele reconhece as demandas feitas pelos deputados, mas lembra que a Assembleia Legiuslativa de Mato Grosso não tem o poder de legislar sobre temas criminais.

“Essa história das facções criminosas se não houver uma mudança radical na lei brasileira, não é o Governo Estadual nem a Assembleia Legislativa que faz lei sobre isso, é o Congresso Nacional. Algumas cidades já foram perdidas pelo crime organizado, o Rio de Janeiro é uma delas. Tem que mudar muito a lei brasileira porque aí vamos poder pegar esses bandidos”, comenta o governador.

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