POLÍTICA

Frical quer isenção IPTU de empresas que ficaram fechadas em 2020

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Candidato a prefeito de VG diz que não seria justo cobrar imposto de empresas que não funcionaram

O candidato a prefeito de Várzea Grande, Flávio Frical (PSB), afirmou que, se eleito, irá isentar de maneira proporcional o pagamento de IPTU de empresas que foram “obrigadas pela Prefeitura” a ficarem fechadas durante a pandemia causada pelo coronavírus.

Flávio afirmou que empresas como academias, restaurantes e eventos foram obrigadas a fecharem as portas durante quatro meses. Para ele, não seria justo cobrar desses segmentos em 2021 o valor total do IPTU.

“Todos cortaram na carne, agora a Prefeitura pode cortar também. Nossa cidade já estava em um ritmo desacelerado de geração de emprego, com a pandemia do coronavírus, a situação piorou”, afirmou.

“E a Prefeitura nada fez para tentar reverter essa situação. Vimos centenas de empresas fechando as portas”, acrescentou.

Outra proposta do candidato é o oferecimento de crédito para as micro e pequenas empresas recuperarem o negócio.

Segundo ele, a ideia é movimentar a economia local, gerando emprego e renda.

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“Um prefeito tem que apoiar e fazer ações para o desenvolvimento da cidade. Nós vamos fazer isso”, disse.

“Vamos oferecer incentivos para que nossas empresas consigam superar a crise agravada pelo coronavírus”, completou.

Fonte: Midia News

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POLICIAL

Vereador de MT é alvo do Gaeco por supostas fraudes em licitação

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A Unidade Regional do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Rondonópolis deflagrou nesta segunda-feira (23), em Primavera do Leste, a Operação Afeto. O trabalho conta com o apoio do Gaeco de Cuiabá e busca auxiliar investigação realizada pela 1ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência e no gabinete de um vereador do município, nas empresas Nova Service e Top Service, além da estação e almoxarifado onde são guardados os veículos e maquinários das empresas investigadas.

De acordo com o Gaeco, a investigação apura fraudes em licitação envolvendo empresas registradas em nome da esposa e do enteado do parlamentar investigado. Há indícios de que o vereador atue junto ao município promovendo o direcionamento de licitações, visando o favorecimento de familiares que supostamente operam como “laranjas”.

Entre os anos de 2016 a 2020, as duas empresas alvos da operação movimentaram mais de R$ 4 milhões de verbas públicas por meio de contratos celebrados com o município. Entre os serviços contratados, estão transportes escolares, locações de máquinas e caminhões, varrição, recolhimento de resíduos, obras de engenharia, calçamentos, entre outros.

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Segundo o Gaeco, o nome dado à operação realizada nesta segunda-feira é uma alusão aos laços de parentesco e amizade do vereador com as empresas supostamente favorecidas pela prefeitura.

Fonte: Repórter MT

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