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Projeto de lei sugere a utilização de drones no combate às queimadas em MT

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Essa tecnologia fornece informações de qualidade, em tempo real, mas sem expor as equipes a maiores riscos.

Um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa regulamenta a utilização de veículo aéreo não tripulado (Vant) ou drone para as ações de fiscalização da Polícia Militar Ambiental e do Corpo de Bombeiros no combate a incêndios florestais e outras ações de fiscalização em Mato Grosso. Essa tecnologia fornece informações de qualidade, em tempo real, mas sem expor as equipes a maiores riscos.

Conforme o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), autor do projeto, os drones são ferramentas de apoio que podem ser cruciais no combate a incêndios florestais de grande escala e que tendem a ficar fora de controle rapidamente, colocando em perigo os profissionais das equipes de resgate e de combate ao fogo.

Com a tecnologia, os profissionais das forças de segurança terão mais condições de tomar decisões rápidas e assertivas sobre o deslocamento da equipe de brigadistas e, se necessário, fazer a evacuação de comunidades que possam ser impactadas. Os drones também voam em altitudes mais baixas que os helicópteros e navegam em espaços apertados ou perigosos, fornecendo uma imagem mais sutil da situação.

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A proposição surgiu diante das perdas que aconteceram no Pantanal mato-grossense, que de janeiro até o final de agosto, havia queimado uma área correspondente a 12 cidades de São Paulo – 18.646 km2, cerca de 12% da área total do bioma –, segundo dados do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

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ECONOMIA

Projeção de receita para MT é recorde e deve passar de R$ 145,8 bilhões

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Quatro grandes atividades agropecuárias permitiram esse avanço anual: soja, algodão, milho e bovinocultura

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020, em Mato Grosso, deve aumentar em quase 25%, saltando de R$ 116,82 bilhões para R$ 145,83 bilhões, na comparação com o realizado em 2019.

Quatro grandes atividades agropecuárias permitiram esse avanço anual, pela ordem: a soja, o algodão, o milho e a bovinocultura.

Conforme dados da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mato Grosso, além de bater seu próprio recorde, se mantem por mais um ano na liderança nacional do VBP.

Na segunda posição de forma inédita, surge o Paraná, com projeção de faturamento de R$ 103,2 bilhões, e, São Paulo, com outros R$ 97,6 bilhões.

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento.

É calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país.

Dessas maiores atividade agropecuárias de Mato Grosso todas exibem VBP histórico em 2020.

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A soja, sozinha, deve contabilizar R$ 61,4 bilhões, seguida do algodão, com outros R$ 31,67 bilhões. O milho deve somar R$ 23,47 bilhões e a bovinocultura, R$ 19,83 bilhões.

No País, o VBP deverá crescer 11,5% sobre o de 2019, saltando de R$ 723,4 bilhões para R$ 806,6 bilhões. Em cinco anos, esse indicador aumentou em R$ 100 bilhões.

“Sem dúvida, esses resultados trouxeram um aumento considerável da renda nas principais regiões do interior do país. O faturamento das lavouras aumentou 15%, atingindo R$ 543 bilhões e a pecuária, 4,9% alcançando R$ 263,6 bilhões”, avalia José Garcia Gasques, coordenador-geral de Avaliação de Política e Informação da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Soja, bovinos, milho e café foram os principais responsáveis por esses resultados da agropecuária.

Além desses produtos, outras lavouras apresentaram bom desempenho neste ano, como amendoim (28,5%), arroz (26,2%), cacau (18,7%), café (42,1%), feijão (13,4%), mamona (29,6 %), milho (16%), soja (30,3%), trigo (58%).

Entre os produtos que não tiveram desempenho favorável destacam-se a banana, batata, tomate, uva e frango.

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Os preços agrícolas têm sido favoráveis aos produtores este ano, conforme a pesquisa elaborada pela SPA.

“Além dos preços, a safra recorde de grãos e o comércio internacional favorável compõem um cenário de bons resultados financeiros”, salienta Gasques.

Para ilustrar, o coordenador do estudo cita os acréscimos de preços para os principais produtos como a banana (17,6% de aumento real em relação a 2019), café arábica (15,8%), feijão (17,4%), milho (16,2%), soja (21,8%), trigo (21%), bovinos (16,4%) e suínos (10,5%).

Outro aspecto importante ressaltado pela pesquisa são os resultados de milho e soja, que permitiram forte recuperação à região do Matopiba, – área que compreende o bioma Cerrado dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia – que no ano passado foi bastante afetada pela seca em alguns locais. Houve, entre 2019 e este ano, forte incremento do VBP dessa região.

fonte: diário de Cuiabá

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