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Balcão de Empregos reúne mais de 160 atendimentos e encaminha 12 candidatos para nova etapa

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A Prefeitura de Várzea Grande realizou o Balcão de Empregos, que registrou mais de 160 atendimentos à população. A ação reuniu serviços de intermediação de mão de obra e oportunidades de emprego oferecidas pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine) e por empresas parceiras. Somente o Sine disponibilizou 518 vagas, sendo 143 destinadas a pessoas com deficiência (PCDs).

Além das vagas disponibilizadas pelo Sine, a ação contou com representantes do grupo Solar Coca-Cola; Grupo Pereira, que reúne o supermercado Comper, o Fort Atacadista e o restaurante Trudy’s; Sesi; Norte Sul; e Sabian.

Durante o Balcão de Empregos, a população também teve acesso a serviços de cadastro e atualização de currículos, emissão e orientações relacionadas à Carteira de Trabalho Digital, além de informações sobre os demais serviços oferecidos pelo Sine.

Conforme o coordenador do Sine de Várzea Grande, Fábio Campos Silva, a ação alcançou resultado positivo. Segundo ele, além dos atendimentos realizados, 12 pessoas foram classificadas para a próxima etapa do processo seletivo após as entrevistas.

“Além desses atendimentos, o que mais nos deixou felizes foi saber que 12 pessoas foram classificadas para uma próxima etapa após as entrevistas. Estamos satisfeitos com esse resultado e por saber que a ação está colaborando positivamente na vida dessas pessoas”, afirmou Fábio.

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A coordenadora do programa Qualifica VG, Eliane Milca Oliveira, agradeceu a participação da população e das empresas parceiras.

“É uma ação importante para a população e não conseguiríamos realizá-la sem a presença das empresas parceiras e do Sine. Várzea Grande, com certeza, deve ter mais Balcões de Empregos para a população”, declarou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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