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Várzea Grande

Editora apresenta Programa de Alfabetização para alunos da rede municipal com TEA  

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O interesse da atual gestão é que o material apresentado colabore efetivamente com a alfabetização dos estudantes portadores do espetro autista

Desde o início da gestão Flávia Moretti/Tião da Zaeli, em Várzea Grande, a pauta da inclusão tem avançado de maneira efetiva, com ações, projetos e estratégias implementadas para garantir direitos e atender a comunidade portadora de necessidades especiais, que por muito tempo estava ‘invisível’ aos olhos das administrações públicas municipal.

A assessora municipal de Políticas Públicas de Inclusão, Priscilla Lima, recebeu na tarde de hoje (7) no Paço Municipal, a visita de representantes da Editora Genial Soluções e Inovações, sediada em Brasília/DF, para a apresentação do material didático de um Programa de Alfabetização que tem como público alvo os estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Na apresentação, os representantes da editora explicaram que os materiais didáticos produzidos pela editora para a alfabetização poderão ser utilizados por alunos TEA de todas as idades e que acompanha o aluno até o aprendizado. “Nosso material de aprendizagem é acompanhado também por um laboratório móvel com tablet que conta com livros digitais, jogos, computadores, data show, além de vários materiais pedagógicos incluídos” explicou o representante da editora, Sadi Santos.

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De acordo com a assessora Priscila Lima, o autista sempre existiu na sociedade, o que até pouco tempo não havia era o conhecimento para a identificação do autismo. “A formação dos profissionais ainda não acompanha o aumento dos casos laudados” ponderou, afirmando que profissionais especializados são necessários nas escolas e em todos os setores do serviço público.

Segundo Priscila, o interesse é que o material apresentado colabore efetivamente com a alfabetização dos estudantes portadores do espetro autista. “Iremos agendar outro encontro, onde reuniremos técnicos representantes da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, psicopedagogos e profissionais do Centro João Ribeiro para realizarmos um estudo completo e aprofundado sobre a viabilidade da implementação do programa nas escolas da rede municipal” finalizou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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