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Várzea Grande

Gestão Fazendária e TCE fazem reunião de alinhamento para aprimorar prestação de contas

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Integração entre os sistemas Siafic e Aplic permite que as informações contábeis fiquem mais claras e mais precisas

A secretaria municipal de Gestão Fazendária, a Controladoria Interna da prefeitura, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) e representantes do sistema Ábaco, reuniram-se, ontem (10), para alinhar e aprimorar a prestação de contas do município.

Conforme o secretário de Gestão Fazendária, José Francisco Mazzuco Júnior, Várzea Grande foi chamada pelo TCE para tratar da integração entre Sistema Único e Integrado de Execução Orçamentária, Administração Financeira e Controle (Siafic-MT) e a Auditoria Pública Informatizada de Contas (Aplic).

“É fundamental essa conversa para buscarmos ainda mais aperfeiçoar a nossa prestação de contas aos munícipes, como também aos órgãos de controle. Nossa execução orçamentária e financeira dos exercícios de 2024 e de 2025 está sendo tratada via Sistema Siafic, dessa forma, a reunião entre o TCE-MT e o município de Várzea Grande teve por objetivo tratar da integração entre o Siafic e o Aplic para que as informações contábeis fiquem mais claras e mais precisas”, relata o secretário José Mazzuco.

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A controladora-geral do município, Elizangela Batista de Oliveira, destacou a importância da modernização da prestação de contas. “Tudo que vem para melhorar é válido. Com esses avanços, teremos maior transparência e eficiência na nossa prestação de contas”.

O servidor do Tribunal de Contas, Reginaldo Hugo Szezupior, explicou que a união dos dois sistemas dará mais eficiência ao trabalho dos servidores, além de facilitar a análise dos órgãos de controle. “Isso também diminuirá aqueles pequenos erros, ou melhor dizendo, pequenos conflitos de informações, com as informações do Aplic e Siafic cruzadas. Estamos aqui para auxiliar e orientar os servidores municipais”, relata Reginaldo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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