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Várzea Grande

Saúde realiza mutirão de serviços para atendimento às mulheres com lançamento do “Fila Zero”

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Para que se tenha acesso ao Fila Zero é necessário manter atualizados os dados cadastrais do Cartão Nacional de Saúde, também chamado de Cartão SUS

Neste sábado, dia 8, – data em que se comemora o ‘Dia Internacional da Mulher’ – a secretaria de Saúde de Várzea Grande estará realizando um mutirão com serviços que serão disponibilizados às mulheres várzea-grandenses. Será um dia todo voltado à saúde da Mulher.

Serão realizadas ultrassonografias, consultas oftalmológicas, cirurgias de cataratas, doppler colorido e laqueadura. Todos os procedimentos fazem parte do programa ‘Fila Zero’ e que será lançado oficialmente no Município, neste sábado. A prefeita Flávia Moretti, juntamente com o vice-prefeito Tião da Zaeli e a secretária de Saúde, Deisi Bocalon, estarão às 8h30 da manhã fazendo a abertura dos trabalhos no Centro Mato-grossense de Oftalmologia, onde serão realizadas 20 cirurgias de catarata a pacientes que aguardavam desde 2022 pelo procedimento.

A prefeita lembra que essa é uma iniciativa inédita em Várzea Grande e que será lançada justamente em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. “Acredito que ações afetivas e que fazem diferença, para melhor na vida das pessoas, são a melhor maneira de se celebrar uma data como essa”.

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A secretária destacou que é uma grata satisfação de dar início ao Programa Fila Zero do governo do Estado, em Várzea Grande. “Nós temos recebido apoio muito importante do secretário Gilberto Figueiredo, do vice-governador Otaviano Pivetta, e do nosso governador Mauro Mendes, nas ações que estão sendo realizadas em Várzea Grande, entre elas, podemos citar o Fila Zero que é um programa de redução das filas de cirurgias eletivas no intuito de zerar essa espera, que em muitos casos, é de anos. Nós daremos início neste sábado com cirurgia de catarata, com cirurgias de laqueadura e exames oftalmológicos. Estamos muito felizes com essa gestão da prefeita Flávia Moretti e do Vice Tião da Zaeli. Tudo isso está acontecendo porque temos gestores que entenderam que a saúde é prioridade para o cidadão várzea-grandense”.

A secretaria municipal da Saúde segue ao longo do no mês de março com uma programação extensa nas unidades básicas de saúde, com ações que ampliam o acesso a exames preventivos e promovem o cuidado integral à saúde feminina.

REGULAÇÃO E CARTÃO SUS – Vale destacar ainda que todas as mulheres que estarão realizando os exames e procedimentos médicos são pacientes que aguardavam na fila de espera e que foram contactadas pela equipe da Regulação para o agendamento.

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“Daí a necessidade de a paciente estar com os dados atualizados, isso facilita a comunicação e a agilidade no momento em que os profissionais da saúde entram em contato para dar andamento nas solicitações feitas pelos médicos”.

Para que o cidadão tenha acesso ao Fila Zero é necessário manter atualizados os dados cadastrais do Cartão Nacional de Saúde, também chamado de Cartão SUS.

Os dados que precisam ser atualizados são: endereço completo, incluindo CEP, número de celular e o número do CPF.

Através deste cartão, são realizados contatos para agendamento de consultas, exames e cirurgias. Portanto, é fundamental que o cadastro dos pacientes esteja sempre atualizado.

É possível consultar uma versão digital do Cartão Nacional de Saúde — ou Cartão do SUS — por meio do aplicativo Meu SUS Digital. O documento, que apresenta uma sequência de 15 números, permite a identificação de cidadãos brasileiros ao usar os serviços públicos de saúde do país.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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